quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
O SINDSERVIS-Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Miguel realizou nesta segunda-feira dia 11/12/2017 uma grande Mobilização Social contra a retirada de direitos dos Servidores Públicos Municipais e contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária. O Ato simbolizou bem o sentimento dos Servidores que lotaram as vias públicas para protestar e manifestar as insatisfações das Categorias.
sábado, 29 de abril de 2017
segunda-feira, 13 de março de 2017
Greve Geral Nacional da Educação 15 de Março de 2017
Não
a a Reforma da Previdência. Não ao fim das aposentadorias. Não a PEC da
Morte. Pelo Cumprimento da Lei do Piso Nacional. Dia 15/03 Categoria
Massa e Marcha contra a Reforma da Previdência. Sua presença é de
fundamental importância. Vamos à LUTA
domingo, 5 de março de 2017
Greve geral dia 8
Mulheres do mundo inteiro organizam greve geral para o
dia 8 de março
Correio da Cidadania
02/03/2017
No próximo dia 8 de março, data em que se comemora o
Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras, mulheres do
mundo inteiro irão parar as suas atividades e sair às ruas em defesa dos
seus direitos, aderindo à Greve Internacional de Mulheres. O chamado
foi feito após a grande marcha de mulheres no dia seguinte à posse do presidente
dos Estados Unidos, Donald Trump, realizada no dia 20 de janeiro deste
ano.
Feministas históricas como Angela Davis e Nancy Fraser publicaram uma carta conclamando as mulheres a lutarem contra o recrudescimento do conservadorismo no mundo todo e sobre a necessidade de se fazer uma greve geral no dia 8 de março em defesa da igualdade de gêneros.
No mundo inteiro, as mulheres têm sido protagonistas de lutas importantes e necessárias para a conquista de direitos, contra o machismo e os ataques do neoliberalismo. Em 2016, as mulheres polonesas protagonizaram uma greve geral pelo direito ao aborto; na Islândia, o protesto foi pela igualdade salarial; na Argentina - e em outros países latino-americanos, como o Brasil -, as mulheres protestaram contra o feminicídio (quando se mata uma mulher por razões da condição do sexo feminino) e protagonizaram uma paralisação por uma hora.
No Brasil, além da luta contra todos os tipos de violência que incidem sobre as mulheres, elas lutam também em defesa dos seus direitos e contra os ataques em curso no Congresso Nacional, especialmente as contrarreformas da Previdência e Trabalhista. A contrarreforma da Previdência, que tramita como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, pretende igualar o tempo de contribuição de homens e mulheres, ignorando o fato de que mulheres realizam dupla e até tripla jornada de trabalho. Eles e elas só poderão se aposentar com, no mínimo, 65 anos de idade e 25 de contribuição.
Já a contrarreforma Trabalhista, Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que prevê regras de contratos temporários de trabalho e prioriza o negociado sobre o legislado em relação a alguns direitos (inclusive os contidos na Consolidação das Leis do Trabalho), terá graves consequências às mulheres, uma vez que permite a jornada de trabalho por até 220 horas mensais, abrindo a possibilidade de turnos de 12 horas por dia.
“A data 8 de março é uma data historicamente da mulher trabalhadora, e o movimento de greve internacional das mulheres está fazendo um debate necessário e importante sobre a condição da mulher no século 21. Desde 2015 - com os ataques de Eduardo Cunha (então presidente da Câmara dos Deputados) -, nós acompanhamos dentro do parlamento brasileiro vários projetos de lei que têm como objetivo o controle dos nossos corpos e a retirada dos nossos direitos. E diante de todos esses ataques nós começamos a reagir. A greve é uma resposta ao avanço do conservadorismo e é um momento importante para lutarmos por projetos que nos representem”, disse Caroline de Araújo Lima, 1ª vice-presidente da Regional Nordeste III e da coordenação do Grupo de Trabalho de Política de Classe para as questões Etnicorraciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) do ANDES-SN.
Origem da data
Apesar da história difundida para a origem do Dia Internacional das Mulheres ser o das operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque (EUA), que haviam morrido queimadas após o patrão ter ateado fogo ao prédio devido a uma greve, no ano de 1857, essa versão é bastante questionada. A data tem uma origem socialista, que remonta ao início do século 20 e foi apagada ao longo dos anos, principalmente durante o período da Guerra Fria. O dia 8 de março foi fixado a partir de uma greve iniciada em 23 de fevereiro (calendário russo) de 1917, na Rússia. Uma manifestação organizada por tecelãs e costureiras de São Petersburgo foi o estopim da primeira fase da Revolução Russa.
Violência
Segundo o Mapa da Violência de 2015, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), 13 mulheres são assassinadas por dia no Brasil. O país é o 5º que mais mata mulheres no mundo, perdendo somente para El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia.
A coordenadora do GTPCEGDS do Sindicato Nacional afirma que os números da violência no país retratam a sociedade machista em que vivemos e que o machismo precisa ser combatido na raiz do problema, no desenvolvimento de cidadãos conscientes em relação à igualdade de gênero, com o debate nas instituições de ensino, em casa, no trabalho e em toda a sociedade.
Por tudo isso, Caroline afirma ser necessária a participação dos docentes, técnicos, estudantes, da classe trabalhadora e toda a sociedade brasileira na mobilização do dia 8 de março, contra todos os tipos de violência que incidem sobre as mulheres, sobretudo as mais vulneráveis: negras, lésbicas, periféricas e transexuais.
“Não existe um mundo sem mulheres, sejam elas cis (cisgênero: termo utilizado para se referir às pessoas cujo gênero é o mesmo que o designado em seu nascimento) ou trans. Essa luta é por direitos e pela vida das mulheres. Por isso, é de extrema importância a CSP-Conlutas e o ANDES-SN - assim como as demais centrais e entidades -, aderirem ao dia 8 de março e das atividades que estão previstas no dia, como mobilizações e paralisações”, ressaltou a diretora do Sindicato Nacional.
O ANDES-SN e a CSP-Conlutas orientam os docentes e toda a classe trabalhadora a participarem dos atos públicos nos estados – em unidade com entidades, movimentos sociais e populares, estudantes e toda a sociedade -, no Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora e Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência na perspectiva da construção da greve geral.
A participação dos docentes no Dia Nacional de Luta em defesa da Mulher Trabalhadora foi aprovada no 36° Congresso do ANDES-SN, que ocorreu em janeiro deste ano em Cuiabá (MT). O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) também indicou adesão ao 8 de março, assim como a data também foi aprovada pela coordenação da CSP-Conlutas.
Feministas históricas como Angela Davis e Nancy Fraser publicaram uma carta conclamando as mulheres a lutarem contra o recrudescimento do conservadorismo no mundo todo e sobre a necessidade de se fazer uma greve geral no dia 8 de março em defesa da igualdade de gêneros.
No mundo inteiro, as mulheres têm sido protagonistas de lutas importantes e necessárias para a conquista de direitos, contra o machismo e os ataques do neoliberalismo. Em 2016, as mulheres polonesas protagonizaram uma greve geral pelo direito ao aborto; na Islândia, o protesto foi pela igualdade salarial; na Argentina - e em outros países latino-americanos, como o Brasil -, as mulheres protestaram contra o feminicídio (quando se mata uma mulher por razões da condição do sexo feminino) e protagonizaram uma paralisação por uma hora.
No Brasil, além da luta contra todos os tipos de violência que incidem sobre as mulheres, elas lutam também em defesa dos seus direitos e contra os ataques em curso no Congresso Nacional, especialmente as contrarreformas da Previdência e Trabalhista. A contrarreforma da Previdência, que tramita como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, pretende igualar o tempo de contribuição de homens e mulheres, ignorando o fato de que mulheres realizam dupla e até tripla jornada de trabalho. Eles e elas só poderão se aposentar com, no mínimo, 65 anos de idade e 25 de contribuição.
Já a contrarreforma Trabalhista, Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que prevê regras de contratos temporários de trabalho e prioriza o negociado sobre o legislado em relação a alguns direitos (inclusive os contidos na Consolidação das Leis do Trabalho), terá graves consequências às mulheres, uma vez que permite a jornada de trabalho por até 220 horas mensais, abrindo a possibilidade de turnos de 12 horas por dia.
“A data 8 de março é uma data historicamente da mulher trabalhadora, e o movimento de greve internacional das mulheres está fazendo um debate necessário e importante sobre a condição da mulher no século 21. Desde 2015 - com os ataques de Eduardo Cunha (então presidente da Câmara dos Deputados) -, nós acompanhamos dentro do parlamento brasileiro vários projetos de lei que têm como objetivo o controle dos nossos corpos e a retirada dos nossos direitos. E diante de todos esses ataques nós começamos a reagir. A greve é uma resposta ao avanço do conservadorismo e é um momento importante para lutarmos por projetos que nos representem”, disse Caroline de Araújo Lima, 1ª vice-presidente da Regional Nordeste III e da coordenação do Grupo de Trabalho de Política de Classe para as questões Etnicorraciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) do ANDES-SN.
Origem da data
Apesar da história difundida para a origem do Dia Internacional das Mulheres ser o das operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque (EUA), que haviam morrido queimadas após o patrão ter ateado fogo ao prédio devido a uma greve, no ano de 1857, essa versão é bastante questionada. A data tem uma origem socialista, que remonta ao início do século 20 e foi apagada ao longo dos anos, principalmente durante o período da Guerra Fria. O dia 8 de março foi fixado a partir de uma greve iniciada em 23 de fevereiro (calendário russo) de 1917, na Rússia. Uma manifestação organizada por tecelãs e costureiras de São Petersburgo foi o estopim da primeira fase da Revolução Russa.
Violência
Segundo o Mapa da Violência de 2015, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), 13 mulheres são assassinadas por dia no Brasil. O país é o 5º que mais mata mulheres no mundo, perdendo somente para El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia.
A coordenadora do GTPCEGDS do Sindicato Nacional afirma que os números da violência no país retratam a sociedade machista em que vivemos e que o machismo precisa ser combatido na raiz do problema, no desenvolvimento de cidadãos conscientes em relação à igualdade de gênero, com o debate nas instituições de ensino, em casa, no trabalho e em toda a sociedade.
Por tudo isso, Caroline afirma ser necessária a participação dos docentes, técnicos, estudantes, da classe trabalhadora e toda a sociedade brasileira na mobilização do dia 8 de março, contra todos os tipos de violência que incidem sobre as mulheres, sobretudo as mais vulneráveis: negras, lésbicas, periféricas e transexuais.
“Não existe um mundo sem mulheres, sejam elas cis (cisgênero: termo utilizado para se referir às pessoas cujo gênero é o mesmo que o designado em seu nascimento) ou trans. Essa luta é por direitos e pela vida das mulheres. Por isso, é de extrema importância a CSP-Conlutas e o ANDES-SN - assim como as demais centrais e entidades -, aderirem ao dia 8 de março e das atividades que estão previstas no dia, como mobilizações e paralisações”, ressaltou a diretora do Sindicato Nacional.
O ANDES-SN e a CSP-Conlutas orientam os docentes e toda a classe trabalhadora a participarem dos atos públicos nos estados – em unidade com entidades, movimentos sociais e populares, estudantes e toda a sociedade -, no Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora e Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência na perspectiva da construção da greve geral.
A participação dos docentes no Dia Nacional de Luta em defesa da Mulher Trabalhadora foi aprovada no 36° Congresso do ANDES-SN, que ocorreu em janeiro deste ano em Cuiabá (MT). O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) também indicou adesão ao 8 de março, assim como a data também foi aprovada pela coordenação da CSP-Conlutas.
sábado, 4 de fevereiro de 2017
EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL PARA INDICATIVO DE GREVE
O Sindicato dos Servidores Públicos
Municipais de São Miguel/RN – SINDSERVIS, entidade de classe representante dos servidores
públicos do Município de São Miguel, inscrito no CNPJ sob número 15.062.415/0001-67,
por seu presidente abaixo assinado, no uso de suas atribuições estatutárias, convoca
todos os associados Servidores da Educação da Rede Municipal de São Miguel/RN,
a participarem da ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA que se realizará no dia 07/02/2017 (terça-feira), às 08:30,
no Salão Paroquial, Situado à rua Monsenhor José Aires, s/n por trás da Igreja
Matriz.
Pauta da assembleia
- Jornada de trabalho (distribuição de carga horária);
- Jornada;
- Piso Salarial do Magistério;
- Campanha salarial;
- Indicativo de greve.
São Miguel/RN, 04
de Fevereiro de 2017.
CARLOS
SÉRGIO ALVES DOS SANTOS
(Presidente)
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Respeito aos direitos dos Servidores Públicos
Companheiros(as) agora, mais do que antes, precisamos está fortes, unidos e combatentes a política educacional malévola e perversa contra a Educação e seus profissionais. Acabar com a hora atividade é ferir de morte as condições de trabalho docente, o Direito à qualidade da Educação e descaracterizar, tirar a essência da Lei do Piso do Magistério. O estado e os municípios é bom lembrar, estão desobedecendo a justiça que proferiu liminar favorável aos professores.
No dia de ontem, não ouve decisão judicial, é bom que entendam, ouve uma decisão do estado através da procuradoria geral do estado e da secretária de educação em não respeitar a liminar da justiça, favorável ao SINTERN . Nesse sentido, vale ressaltar que quem pensa uma política dessas para a Educação, não conhece de educação, não sabe o que é uma sala de aula na prática, não tem projeto nem prioridade para para executar políticas que respeite e valorize seus profissionais, um processo de ensino-aprendizagem proficiente que der resultados e que seja todo esse contexto prazeroso, atraente, valorizado e respeitado. Querem tratar a Educação como mercadoria e seus profissionais como escravos.
Precisamos combater essa política educacional perversa, malévola e sem princípios de valores para à qualidade da Educação.
SINDSERVIS nenhum Direito a menos.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Assembleia
Nossa assembleia de ontem (01 de fevereiro de 2017), contou com a presença firme e atuante de muitos dos nossos servidores municipais, filiados e simpatizantes do SINDSERVIS, como também houve a presença dos vereadores Zé Edmilson, Sandra Flor, Dr. Carlos e Allyson Colaça. Ocorreram discussões pertinentes, em torno da pauta, e participação de todos.
Agradecemos a presença e continuaremos lutando pelos nossos direitos.
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